domingo, 14 de junho de 2009

10. OFICINA 05 – TP 3 – Unidade 10 - 06/06 – GESTAR II

(EM CONSTRUÇÂO)

Para esta primeira oficina da TP3, os seguintes objetivos:

  • Reconhecer que já temos intuitivamente, a idéia de gênero textual;
  • Discutir a importância de se estudar os gêneros textuais na escola;
  • Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
  • Identificar características que levam à classificação de um gênero textual;
  • Entender os gêneros textuais como necessidade inerente aos aspectos históricos- sociais.


Na primeira parte, Começando a conversa, as cursistas puderam socializar suas impressões do o Gestar II e do material. Enquanto elas falavam, fui anotando em meu caderno suas considerações.


Sobre o curso, elas o consideraram “muito puxado”, pela falta de tempo enfrentada por cada professor. Mas, apesar disso, estão esperançosas que ao final estejam ainda mais seguras para darem suas aulas.


Revelaram que após a Oficina Introdutória, ficaram um pouco desanimadas e temerosas de não darem conta. Mas que na semana, ao lerem o material, tudo foi se encaixando. Atribuíram o desânimo ao fato de ter sido muito cansativo o encontro anterior pela manhã e à tarde, e dois sábados seguidos de oficinas.


Ao falarem do material demonstraram muita disposição e entusiasmo em estudá-lo. Sobre ele os comentários que: não há nada de novo, e que é muito bom, muito rico e animador. Que elas realmente sentiram-se como se fosse uma aula escrita. A TP3 tem um vocabulário simples, não tem respostas prontas, destrincha bem os gêneros, revela a necessidade de pesquisa, é bem detalhada, deixa um “gostinho” de estude mais e é adaptada às avaliações sistêmicas.


Algumas cursistas disseram não concordar com determinadas respostas da TP3, e eu pedi a elas que anotassem, e propus que a discussão das respostas seja uma das atividades do plantão, e elas gostaram da idéia.


Na segunda parte lemos e comentamos rapidamente o texto OS GÊNEROS NA ESCOLA – Uma releitura de Marcuschi da colega formadora-local Janete, sobre a teoria dos gêneros, seu uso na escola, as multimodalidades e suportes.


Pensando no tempo reduzido para o estudo para esta Oficina, as atividades da Oficina 5 da Unidade da TP3 foram substituídas por outra atividade em grupo que suprisse a falta de tempo para o estudo dessa TP. A atividade é a mesma aplicada pela Tamar no nosso curso de formação.


Para tanto dividi a turma em 6 grupos para análise das 6 seções das Unidades 9 e 10 , definindo:

  1. Objetivos da seção;
  2. Eixo temático da seção;
  3. Aspectos teóricos levantados na seção;
  4. Quais gêneros selecionados na seção e se são adequadas ou não para o trabalho;
  5. Definir o publico alvo parta a seção (série);
  6. O que pode ser acrescentado nas atividades e quais aspectos poderiam ser explorados também.


Após o lanche, cada grupo apresentou sucintamente e depois de todas as apresentações, para memorizarem, fiz um resumo geral.


Enfatizei a importância de seguir o mesmo roteiro de análise das seções no momento de produção das atividades para os alunos.


Expliquei também que a metodologia havia sido escolhida exclusivamente para esta oficina, em virtude do menor tempo que elas tiveram. Mas que na oficina seguinte, seguiremos o roteiro pré- estabelecido no final da TP, e que viessem preparadas para o cumprimento das atividades por ela propostas.


A quarta parte foi dedicada à avaliação da oficina, em que pudemos considerar que foram alcançados os objetivos inicialmente propostos, em virtude da metodologia aplicada, que subsidiou um conhecimento mais sólido do conteúdo da TP3, e alicerçando os estudos a partir desse ponto de partida.


Recolhi o relatório da Oficina Introdutória da maioria das cursistas, e recomendei que tentassem sempre estar em dia com as tarefas para não acumular, e não comprometer a avaliação delas.

Combinamos que todas as Lições de Casa serão produzidas em duas vias, para que eu possa ficar com uma, e dar visto e devolver a outra para colocarem no portfólio.


E, que as pastas do portfólio ficarão com elas, e eu irei conferindo. Minha intenção inicial era ficar com as pastas. Mas não temos um espaço para guardá-las na escola em que estão sendo realizadas as oficinas, e não tenho condições de levá-las para casa comigo.


Despedimo-nos ansiosas pelas próximas unidades, com a curiosidade despertada sobre o conceito de tipo e sua inter-relação com gênero, e suas classificações. Entendo que estudaremos cada coisa no seu tempo.

Como Lição de Casa para a oficina do dia 20/06, ficaram as seguintes tarefas:

  • Fazer relatório da oficina;
  • Ler e estudar as unidades 11 e 12 para o próximo encontro;
  • Anotar os pontos relevantes para discussão no próximo encontro, dia 20;
  • Aplicar dois avançando na prática: 1 da Unidade 11, e outro da 12.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

7. Antes de ir embora da Oficina Introdutória...


Uma musiquinha para lembrarem de mim:



Cuida de Mim- Fernando Anitelli- O Teatro Mágico

Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou, você pra mim mostrou
Que eu não sou sozinha nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.

Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas, crio asas viro querubim
Sou da cor do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atrás se voltar atrás assim como eu.

Busquei quem sou
Você pra mim mostrou
Que eu não estou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.


6. Algumas orientações para os cursistas

5. “Dê valor de fato ao que acontece antes...” *

* Longa Jornada- Crombie


Estávamos ansiosos porque parecia que o tempo estava passando e nada do Gestar. Até que enfim, Sandra, a coordenadora do Gestar II na nossa SRE, nos ligou e nos reunimos para planejar a Oficina Introdutória que seria no dia 30/05, manhã e tarde. Nós todos: formadores de Português e Matemática.


Estabelecemos a pauta para o momento da manhã, dividindo as apresentações entre coordenadores regionais e formadores. E, conseguimos realizar esse encontro melhor que planejamos, de forma organizada, dinâmica e objetiva.



Para o segundo momento, que seria à tarde, nos reunimos em outro dia, para planejar. Cristina, Janete, Julimar, e Verônica e eu. Foi ótimo poder contar com elas, trocar idéias, experiências, ansiedades e expectativas.

Então, no sábado à tarde, conhecemos finalmente a nossa turma de cursistas.


Conforme planejado, comecei a Oficina com a apresentação, com a adaptação da dinâmica feita por Tamar, no nosso curso de formação, em que cada um escreve seu nome acompanhado de uma reflexão sobre o trabalho. E a frase mais usada por elas (só tem mulheres na minha turma) foi a clássica: O trabalho dignifica o homem.


Prossegui com a apresentação da metodologia do Gestar II, lendo o Guia Geral juntamente com elas. Lemos as páginas 14 a16, com esclarecimento das dúvidas, assim como as páginas 50 a 52. E para elas, foi muito motivador ler a ementa do programa de Língua Portuguesa (páginas 37 a 39), porque, segundo disseram, o conteúdo proposto para o Gestar II é muito interessante.


Depois disso, hora de conhecer os 19 cadernos do Gestar II! “Quanto livro!”, “Muito pesado!”, “Como vou levar isso para casa?”, foram “as reclamações” gerais. Que logo foram substituídas por: “Que material rico!”, “Gostei demais desse material”, “É, tenho muito que estudar”.


Passado o susto, foi a vez de responder “A” pergunta: Por que começar pela TP3? Depois de explicações feitas, todas foram conferir se era mesmo verdade.

Gostei muito desse primeiro dia nosso. De conhecer “minhas” cursistas. Senti-me feliz por estar participando do Gestar II.


Enfatizei a importância de estarmos juntas. E pedi a elas que encarassem esse tempo, como uma grande oportunidade de compartilharmos. De unirmos a nossas “pequenas” práticas pedagógicas diárias, às vezes tão despercebidas, em uma prática em conjunto. Pedi que sempre pensassem na nossa turma como um time, em que se uma perde a derrota é de todas nós. Então, cada uma é responsável pela vitória da outra.


Fiquei muito preocupada como elas receberiam o Gestar II. Tentei motivá-las a estudar o material, e não só “exigir” isso delas. E foi essa a tarefa para a próxima oficina, além do relatório da Oficina Introdutória.


Uma semana para estudar as Unidades 9 e 10 da TP3. Diante desse curto prazo, não pedi o Avançando na Prática, porque não daria tempo.


Confesso que fiquei apreensiva quando me vi a mais nova da turma. Tantas professoras experientes. Elas confiariam em mim?


Não escondi isso delas. A minha postura é de quem tem muito a aprender. E não quero perder a oportunidade de tirar proveito tudo que elas têm a me oferecer. Muita bagagem!


A tensão diluiu-se gradativamente. Fui bem recebida por elas. E me senti grata por participar daquele grupo tão interessado, preocupado, e querendo continuar na missão para que foram chamadas.


E nasce um risinho no meu rosto ao me lembrar da nossa despedida naquele sábado.

- Eu gostei da professora. Ela é animada, põe a gente pra cima!


Era Carmen.

Era a Carmem?


Ela mesma!


E pensar que eu tive “medo” dela!

4. Sobre o Encontro em Montes Claros-MG

O encontro de formação do Gestar II aconteceu em Montes Claros, nos dias 23 a 27/03/09 e foi ministrado pela Formadora do CFORM/UnB: Tamar Rabelo

Posso qualificar esse encontro como muito bom, em que que pude aprender um pouco mais sobre gêneros, tipos e modos textuais; repensar a minha prática pedagógica e compartilhar experiências com colegas de várias escolas e cidadades.


Cada momento foi muito edificante. As conversas com as colegas, e as trocas. Os trabalhos em equipe. As apresentações das equipes. O acompanhamento e a paciência de Tamar. Os textos e trabalhos produzidos.

Aprendi muito também sobre processo de leitura obejtiva, inferencial e avaliativa.


Muito bom poder ter o material extra disponibilizado em cd para levarmos para casa.
Ruim foi só chegar e não ter nada gravado nele. Mas, ainda bem que tenho minhas colegas aqui em Montes Claros.


Fiquei muito feliz com o material. E por poder contar com as AAAs. Uma ferramenta pronta para implementação da nossas aulas.No entanto, sinto que a TP4 e a TP5 não foram estudadas assim como a TP3. É pouco tempo para muita coisa, eu sei.

Penso que as SRE hospedeira sofreu com a falta de informação, que foram insuficientes para que as coordenadoras pudessem providenciar um local mais apropriado a tempo, e oferecer uma recepção melhor, e se organizar para estruturar melhor o GESTAR em nossa região.


Talvez fosse interessante fazer uma reunião pré-encontro com as SREs, para que as coordenadoras já venham preparadas e mais inteiradas, diminuindo as possíveis eventualidades e imprevistos, e tendo como subsidiar eficazmente o Gestar, deixando-nos, formadores, mais seguros.

Agora é rever as fotos e o material. Cultivar as novas amizades.Esperar e preparar para por tudo em prática com os nossos cursistas.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

3. Tudo começou...













Quando eu, arrumada, depois de almoçar, esperando a hora de ir para a escola, brincava sentada no chão da sala de televisão, enquanto meu pai assistia ao MGTV.


Estávamos lá, eu e meu brinquedo preferido: uma cartilha que meu pai me deu no meu aniversário, e que eu carregava para cima e para baixo. Então, como de costume, estava lendo e, de repente, eis que a mágica acontece (na minha cabeça foi como mágica)!


Segui juntando b com o, e vi que formou bo. Depois l com a, la. E, bo + la = bola! Testei o processo com outras palavras e foi dando certo. Levantei bem rápido e fui mostrar para meu pai, e sai gritando para a minha mãe, que eu havia aprendido ler. Estava no pré-primário pela segunda vez, porque eu era “do meio do ano”, e tive que repetir o pré.


Hoje, fico impressionada como uma criança de 7 anos tenha gostado tanto de ganhar uma cartilha. E agora, escrevendo, senti uma saudade da minha cartilhinha, e resolvi procurá-la no Google. E não é que a encontrei?!

Reconheci-a pelos desenhos e pelos exercícios. E soube um pouquinho da sua história. Dentre os vários links, selecionei dois:

1. Blog Vassourando

2. Wikipédia


Aprender ler foi uma grande conquista para mim, e sempre fui leitora assídua. Li sempre. Da 1ª a 4ª série, adorava as aulas que a professora levava a turma para a biblioteca e ainda tenho imagens de um livrinho que li na 3ª série de uns pássaros que saem e voltam para casa.


No ensino fundamental, semanalmente pegava livros na biblioteca do Colégio Tiradentes, onde estudei. Romances, contos, crônicas. Todos da série Vagalume e da coleção Para Gostar de Ler.


Mas, desde que aprendi ler, o livro mais lido por mim é a Bíblia. Diariamente. Gosto de lê-la, estudá-la, entendê-la. Gosto muito das novas traduções, principalmente a Nova Linguagem de Hoje, que clarifica algumas palavras que eu não entendia muito bem, e são adaptadas ao contexto atual.


Dos autores cristãos gosto de muitos, como Max Luccado. E o meu preferido é C.S.Lewis, muito conhecido pelas Crônicas de Nárnia (eu não li todas elas, prefiro outras obras dele. Mas minha mãe ama as crônicas e está acabando de lê-las).


Além deles tenho “o meu gordinho” favorito, que bem sabem meus alunos: Luís Fernando Veríssimo. E Drummond.


Para mim, conseguir citar quatro autores preferidos é uma vitória, rs. Eu tenho tantos! Mas, esses são os que estou sempre lendo, juntamente com outros. Digamos que são “os de sempre”.


Aos poucos tenho montado a minha biblioteca. Gosto de comprar livros, de tê-los. E não muito de emprestá-los, rs. É que nem todo mundo devolve livros. E eles são bem carinhos.


Há três revistas das quais também não abro mão:a Nova Escola, que muito enriquece minha prática pedagógica; a Vida Simples, que foi uma grande descoberta para mim e a Ultimato, do coração.


Tanto quanto gosto de ler, gosto de escrever. Desde pequena também. Na 4ª série, ganhei um concurso de redação municipal. No Colégio Tiradentes, ganhei outros dois. Engraçado, agora percebo que parei por ai. Atualmente, o máximo que faço é participar de vez em quando do Psiu Poético, expondo alguns dos meus poemas. Pensando bem, seria interessante participar de outros concursos. Verei isso!


Deu para perceber que tenho uma ligação muito forte com as palavras. É por isso que gosto tanto de ler e escrever. Sou muito “verbal”, rs. (O tamanho desse texto confirma isso). Amo quando acabo de escrever um texto e fico orgulhosa de tê-lo escrito. E amo mais ainda quando leio um texto que gosto muito, e fico “morrendo de inveja”, pensando: “por que não fui eu que escrevi esse texto?”.

2. Sobre a minha experiência como educadora


Terminei o curso de Letras em agosto 2004. Em outubro “peguei” as minhas primeiras aulas. Um contrato de apenas 10 dias, no Ensino Médio.

Até então, minha prática como professora de Português resumia-se ao meu estágio curricular, do qual eu gostei muito, e foi muito significativo para mim.

O estágio era apenas nos dois últimos períodos (não sei se mudou). E quando chegou a hora de fazê-lo, busquei em várias escolas. No penúltimo período, quando eu já havia conseguido numa escola próximo à minha casa, surgiu um que eu não poderia recusar: no Colégio Tiradentes, onde estudei durante o Ensino Fundamental. Foi muito emocionante reencontrar meus professores, e passar o recreio na sala deles. E também “minha”.

Depois desse contrato numa escola estadual, tive o privilégio de trabalhar no município, durante o ano de 2005 com a EJA. Os seis primeiros meses são inesquecíveis, porque foram desafiadores.

Era uma turma com muitas pessoas mais velhas do que eu, e por isso, desacreditavam de mim. Sempre encontravam um mínimo motivo para reclamarem à supervisora. E ela, toda semana me chamava a sua sala para dizer o que os alunos lhe tinham dito.

Isso durou uns dois meses, até que um dia eu respondi que havia cansado de tentar mudar, de querer agradar. Que a partir daquele dia seria do meu jeito, porque eu não conseguiria nunca atender às exigências dos alunos, e que eles teriam que se adaptar.

Saí da sala dela e fui direto a deles, e disse que eu estava ciente de todas as suas reclamações, que já tinha tentado me adequar a elas, mas sabia que nada que eu fizesse ou deixasse de fazer, iria agradá-los. Então, eles teriam que me aceitar como eu era. E mais, eles não precisavam gostar de mim, serem meus amigos. Apenas me respeitarem e cumprirem as minhas recomendações. Ter relacionamento de professora e alunos.

Foi um espanto geral da parte deles. E com o passar do tempo, meu espanto. Percebi que eles se achavam os poderosos, e queriam me manipular. Quando perceberam que eu era indiferente a amizade deles, começaram a se abrir, e me aceitaram.

É bom relembrar dessa turma agora. Como tenho saudade! E como chorei quando acabou o semestre. Até hoje nos encontramos e há muito carinho entre nós. Eles sempre falam como fui importante na vida deles. E que sempre se lembram de mim nos concursos.

Depois disso, trabalhei de novo em escolas estaduais, e sou efetiva no município há dois anos.

Tenho aprendido com cada turma que tenho. Tenho feito amigos, e tem valido a pena. Passei por uma fase de muitas mudanças de escola. Sempre recomeçando. E buscando encontrar meu espaço.

Os desafios vão variando. Vez ou outra um volta. Salas indisciplinadas. Alunos desinteressados. Alunos muito agitados. Colegas que não recebem bem. Os piores horários que sobram para quem chega por último. Ser novata na escola. Aprender ser mais prática. Muitas exigências. Falta de tempo...

Ainda bem que desafios aparecem. Porque é através deles que vou sendo moldada, e criam marcos na minha história, para os quais sempre volto a olhar. Ou para perceber o quanto tenho evoluído, ou para me dizerem que eu consigo. Eu já passei por isso antes...

E continuo apaixonada!